Prólogo (fim)
13 de Maio de 2008 de Irina
(continuando)
- Deite, meu doce, eu falei baixinho. Vou te dar uma massagem que você vai adorar.
Com gestos tranquilos e controle perfeito, eu o ajudei a tirar completamente a calça e a cueca boxer, as dobrei, coloquei na cadeira, e comecei a desabotoar a camisa dele; era uma camisa de seda, de um verde escuro com desenhos geométricos em curvas roxas e suaves; o homem tinha bom gosto, bem daqueles clientes que eu gostava porque eu sabia que a conta seria provavelmente arredondada por cima. Ele me olhava com os olhos brilhando. A excitação dele ainda não tinha chegado ao topo, mas eu sabia que não precisaria me esforçar muito para deixá-lo no paraíso dos amantes. Ele começou desabotoar minha blusa também, mas no segundo botão - eu já estava quase acabando - ficou meio sem jeito e de repente puxou violentemente, e alguns botões voaram pelo ar enquanto o barulho caraterístico de um tecido rasgado se fez ouvir, me deixando entre a surpresa e uma vontade de dar um tapa na cara dele, mas num tom de voz que não deixava a menor dúvida e com um sorriso pervertido, ele falou imediatamente:
- Não se preocupe, eu pagarei. Cuide só do meu prazer linda, fique tranquila.
Sorrindo, ainda que levemente desconfiada, eu tirei a camisa dele e coloquei na cadeira também. Sentando ele na cama, eu me ajoelhei na sua frente e minha boca parou no seu seio esquerda que lambei e chupei com os lábios. O sorriso não abandonava o rosto dele.
- Você sabe o que eu gosto né, menina?
- Eu só sei o que tenho vontade de fazer com você, meu lindo.
Eu deitei ele completamente, e voltei a cuidar de seu pau, que parecia me mostrar o teto do quarto; uma gotinha brilhante ficava na cabeça, que eu lambei com a ponta da língua; o esperma dele estava com um gosto suave, levemente azedo e salgado. Eu afundei o membro na minha boca, o apertando entre meu palato e minha língua, e o sugando de leve, enquanto ele tremia de prazer. Eu decidi que eu deixaria ele gozar na minha boca se ele quisesse, no momento oportuno; me lembrei daquele outro cliente que tinha me obrigado a chupá-lo até gozar; seu semen parecia uma mistura de vinagre com mijo, algo realmente horrível, mas nem sempre eu tinha como evitar isso, infelizmente; sem querer, eu fiz uma careta, e me controlando imediatamente virei os olhos para ele: por sorte ele não tinha percebido; era sempre arriscado fazer menção de um outro cliente nesses momentos, e eu não costumava misturar as coisas. Antecipei logo:
- Você é uma delícia, sabia?
- Então comece a massagem aí, bebê
- Mmmh, não, acho tenho muito melhor para você…
Eu peguei o frasco de óleo perfumado na gaveta da mesa de cabiceira. Sempre o deixava lá, para os bons clientes. Se o cliente parecia de segunda categoria, aquele que só quer uma transa rápida e não pagar muito, eu usava um outro, com perfume barato, que eu comprava lá no supermercado e deixava acima da mesa; o engraçado é que o cara raramente percebia que era algo comum, e se extasiava sobre o cheiro maravilhoso que ele tinha, enquanto eu sorria de sua burrice. Mas esse cliente tinha algo de diferente; era a primeira vez, mas eu sentia que teriam outras… E ele era bonito. Merecia. Eu sorri por dentro, e abri o frasco. Um perfume sútil se espalhou pelo quarto, com aromas misturados de madeira, de pimenta e de algo doce. eu cobri a palma da minha mão, e comecei massagear o tórax do rapaz, que se entousiasmou:
- Hey, menina, você tem gosto bom…
- Você gosta?
- Gosto…
Ele fechou os olhos para se abandonar à sensação. Minhas mãos iniciaram uns movimentos circulares ao redor de seus seios, e desceram para se juntar na bariga dele, aplicando uns movimentos do púbis pro alto e voltando pelos lados do corpo. Antes de descer mais e cuidar da perna dele, eu peguei seu pênis novamente na minha boca. Seu gosto me agradava particularmente, e embora eu não devia me envolver com os clientes, eu sentia que minha vagina estava muito afim desse cliente em particular; meu próprio cheiro me subia até o nariz, e me deixava aos poucos mais e mais excitada. Enquanto eu passava minha língua na cabeça de seu pênis, o sugava e o mordia de leve, senti meu prazer escorregando na minha coxa, minha calcinha devia já estar bem encharcada. De novo senti o gosto do esperma dele, e parei antes dele acabar gozando.
- Olhá, meu doce, tenho uma idéia para ficar melhor
Eu ajudei ele a se deitar por completo na cama, e tirei saia e calcinha, que joguei sem delicadeza no chão. Me ajoelhei por cima dele, em direção a seus pés, e abaixando minha buceta no rosto dele, comecei a massagear sua coxa. Ele entendeu imediatamente a sugestão, e começou a lamber meu leitinho, para continuar chupando meu clítoris. Eu estava massageando com uma pressão maior a coxa dele, voltando até a base do pênis, tentando me concentrar nos meus gestos, quando senti uma contração nele, e ele de repente enfiou sua língua em mim. Nessa altura dos eventos, eu senti uma onda subir em mim sem aviso, que me atravessou dos pés até a cabeça e gozei uma primeira vez. Ao sentir meu leitinho sair com abundância e adivinhar que ele estava me bebendo avidamente, uma nova onda de choque me sacudiu. Fechei os olhos… Eu tinha que deixar o prazer descer um pouco.
Eu peguei o pau dele na minha mão, e comecei um vai-e-vem, acelerando aos poucos; eu senti que ele estava se controlando para segurar o prazer, mas mesmo assim o corpo dele ficou mais tenso, e uns tremores faziam ele vibrar de vez em quando. A respiração dele se acelerava e ele começava a gemir baixinho, me dando ainda mais prazer… Uma terceira onda me atravessou tão imprevista que as outras.
- Perai, ele falou de repente. Você não vai me fazer gozar tão rapidinho, minha linda.
Ele levantou da cama e sem eu ter o tempo de entender eu estava no lugar dele, deitada nas costas. Ele ficou de quatro por cima de mim e começou a chupar meus peitos, enquanto me masturbava com sua mão… Eu o olhava com o maior desejo e ele sentiu isso.
- Agora, você é mesmo minha, né bonitinha?
- Sou, eu repliquei.
- E como você queria que eu cuide de você, minha putinha?
- Me pegue…
- Como? Não entendi…
- Me come seu safado, eu quase gritei de desejo.
- Seus desejos são ordens, maîtresse, ele respondeu.
Ele levantou minha pernas, e segurando-as com o ombro, ele enfiou o pau dele em mim de uma vez, com força. Eu gemi de prazer, surpresa. Segurei a bunda dele, e ampliei o movimento de vai-e-vem em mim que ele tinha começado. O pênis dele parecia aumentar de tamanho a cada instante, e ia bater fundo em mim propagando uma onda de choque a cada batida. Eu fechei os olhos:
- Mais forte, vem meu dono!
Ele acelerou o movimento. Eu sentia minhas forças me abandonar e achava que ele ia gozar logo, quando de repente ele se retirou. Eu tive apenas o tempo de abrir os olhos, que suas mãos fortes me seguraram e ele me colocou de quatro na cama. Segurando minha bunda com uma mão, e passando a outra no meu peito, e entrou em mim novamente, me tirando quase um grito. Parecia que eu estava gozando em continuo agora. Ele acelerou e largou meu peito. Olhando por trás, vi ele chupar seu dedo e aproximá-lo de minha bunda. Enquanto continuava com as estocadas, ele começou a massagear meu cú, provocando umas sensações difusas em mim; eu estava adorando isso. De repente, o dedo dele me penetrou, e senti que ele o mexia dentro de mim.
- Você gosta disso, minha bela?
- Adoro, eu respondi.
- Sera que você queria mais…?
- Queria…
Ele saiu lentamente de minha buceta, e começou passar seu pênis no meu cú, de leve, e então enfiou delicadamente a cabeça de seu pau nele. Senti uma leve dor no início, mas ele ia devagar e a dor sumiu tão rápido como tinha chegado. Pensei que ele tinha experiência disso porque não era tão comum os clientes cuidar das prostituas. Agradeci em silêncio a delicada atenção.
- Todo bem, queridinha? Tá gostando?
- Tô.
- Então…
Ele não acabou sua fráse, e deu uma estocada de uma vez, que quase me fez desmaiar… Era uma mistura de prazer e de dor. Eu não sabia como reagir, estava meio confusa; senti ele sair até a cabeça, e ele enfiou de novo por completo sem aviso. Eu tinha a sensação que eu ia desmaiar em qualquer momento, mas não acontecia, ele parecia saber mais sobre meu corpo e minha resistância que eu própria… Eu fechei os olhos… Sentia o pau dele me encher o cú, e a sensação começou a ficar uma delícia… O pau dele estava tão duro, mas no mesmo tempo ele seguia meus contornos internos e parecia parte de mim… Eu segurei a bunda dele por trás, e ele começou a acelerar o movimento de vai-e-vem… Eu gemia, e parecia que eu estava derretendo de prazer; a mão na minha buceta, comecei a me masturbar, eu estava completamente alagada; acariciava meu clítoris e me penetrava com dois dedos, alternativamente; acho que nunca tinha tido tantos orgasmos em seguinte.
Sentia o ritmo dele acelerar e a respiração dele soava mais difícil, ele parecia tremer enquanto continuava as estocadas em mim. Parecia que todo começava girar na minha volta, e senti o pau dele tão grosso que pensei um momento que ele ia explodir, e nesse momento eu senti um jato sair do pênis dele bem em mim, e gemi sem parar. Eu cai deitada cama, e tive só o tempo de sentir ele cair em cima de mim, quando o silêncio se fez na minha cabeça, seguiu a sensação de voar, e tudo se apagou, de repente…


uhmmmm
adorei!!
E Irina veio pra ficar…
beijos
Olá Irina,
gostei muito e até me foi possível visualizar o momento com tanto detalhe.Momento bom, de prazer…
Beijinhos
Oi. Eu li um comentário seu lá no post da Danny, dizendo que faltou um caderno inteiro no seu livro. Seguinte: ligue, escreva ou mande um e-mail para a editora do livro, que eles mandam um novo pra você! Já aconteceu de eu comprar um livro com as páginas embaralhadas, aí liguei lá e eles me disseram pra trocar na livraria, sem custo algum. E eu não tive problemas… é muito chato a gente ter um livro faltando cadernos.
Tô A-D-O-R-A-N-D-O seus textos.. Dá um calooooooooooorrr! rss
Beijo, flor!
Oie obrigada por me linkar depois te linko no meu blog
Ah e te deixei um meme: http://eternaaprendiz.wordpress.com
bjos
Inspirador esse conto…
Se foi verdade mesmo foi maravilhoso!!!
kkarroll@gmail.com