Feed on
Artigos
Comentários

- Esclarecimentos -

Ao risco de decepcionar alguns leitores e leitoras, mas também por não querer confundir ninguem, eu tenho que esclarecer alguns elementos do Diário.

  1. Irina Delsk não existe; ela é um personagem fictício.
  2. Seu criador, o “autor” - aliás eu - é do sexo masculino
  3. As vivências de Irina são parcialmente auto-biográficas, e qualquer descrição de fatos ou situações tipicamente femininas é o puro fruto da minha imaginação e/ou interpretação das mesmas.
  4. A autoria do Diário é 100% minha, portanto vocês terão que esperar os novos capítulos aparecerem aqui, a não ser que algum plagiário tente continuar a história, dando nascimento a uma outra história, quem não a de Irina.
  5. Sou francês, então que me desculpem os erros de ortografia, gramática e outros. Só aprendi o português em 2002, e essa obra é minha forma de tentar melhorá-lo.
  6. A respeito dos avisos anteriores como que eu ia parar de escrever aqui, vocês podem descartar, já que preciso escrever e preciso de alguem me ler também…
  7. Continuarei usando o pseudonimo de Irina Delsk, já que a obra é na primeira pessoa ;) Se você ficar confuso com isso, não se preocupe e me considere do sexo que você quiser…

Beijos,
Irina.

Parte I. Capitulo 1. (2)

***

(continuação)

Remy logo virou meu melhor amigo, o que não era realmente difícil de acontecer pois eu não tinha muitos amigos de verdade. Amigas, ainda menos. Por ser bonita, eu ganhava facilmente a inveja das meninas da turma, em particular quando os garotos ficavam perto de mim, tentando, de qualquer maneira que seja, encontrar o caminho até meu coração, e depois outros caminhos. Uma vez eliminados os meninos que só queriam me adicionar na sua lista de conquistas, sobravam uns poucos, alguns feios, outros sem graça, e geralmente eu me dava melhor, era com os nerds e outros CDFs.

Com o Remy era diferente, porque eu conhecia ele num contexto sem competição, um contexto de intimidade e de segredos e, de fato, ele acabou sendo meu confidente e eu a confidente dele.

Conversamos durante horas sobre tudo, desde sobre os adultos que não entendíamos direito até sobre os outros de nossas respectivas escolas, e também sobre os eventos e acontecimentos de cada dia, a mulher do padeiro que jogava pedras nos gatos e resmungava o tempo inteiro, o dono do bar que encontrava às escondidas a mulher do bibliotecário enquanto sua própria mulher passava horas com o filho dos donos da fábrica de calçados – ele tinha abandonado a universidade de Bucarest depois do segundo ano e a impressionava com anecdotas de cidade grande, ela que nunca tinha se afastada mais do que 50 km da cidade e tinha abandonado a escola antes do segundo grau…

Às vezes, conversávamos sobre nossos futuros, e eu me via dirigindo um império, ou seja: diretora de uma grande cadeia de roupas femininas, mandando em milhares de homens e mulheres. Ambição não me faltava. Remy, rindo, me dizia que mulheres nunca chgavam neste nível de poder, porque os homens as impediam no caminho, por não gostarem de ser dirigidos por mulheres. “Você verá”, eu respondia, meio chateada, meio de brincadeira, e começava a rir dele e de seu sonho de bom pai de família, vivendo uma vida tranqüila de universitário em Bucarest.

***

(continua)

Parte I. Capitulo 1.

Meu nome é Irina. Irina Karina Magdalena Delsk Mitleïev, mais simplesmente Irina Delsk. Nasci na Romênia, há vinte-e-oito anos, numa pequena cidade não muito longe da capital. Fui uma criança tranqüila, com uma infância sem historias.

Meu pai, Franco Dieter Mitleïev, tinha uma pequena livraria na Rua São Josef, onde Franz e Mikhaïl, seus dois funcionários há quase quinze anos, o ajudavam nas várias tarefas da loja: limpar, arrumar, classificar, catalogar e separar os livros não-vendidos para as promoções e feiras.

Franz era o mais cultivado dos dois, ele tinha abandonado a universidade de letras depois do primeiro ano, por falta de recursos e tinha se achado muito sortudo quando meu lhe segurou a mão, na época: “Você começa amanhã. Lhe darei um jaleco e tudo o necessário. Seja pontual.”

Mikhaïl, do outro lado, não tinha acabado o segundo grau mas, além de ser o mais eficiente e rápido nas tarefas básicas, ele era o mais bonito e sempre me sorria quando eu passava na livraria. Com dezesseis anos, era seu primeiro emprego, mas ele não tinha muita ambição e se a vida não tivesse decidido outramente, ele ainda estaria provavelmente trabalhando com meu pai.

Minha mãe, Angela Birgit Czerny Delsk, era uma molher doce, meiga e charmosa, com um sotaque do norte do país. Formada em contabilidade, ela ajudava meu pai nas contas da livraria, enquanto ele cuidava de escolher os novos títulos e do relacionamento com os clientes e as editoras, atividade mais compatível com sua formação em letras. Como a contabilidade da loja ocupava uma parte muito pequena de seu tempo, minha mãe passava o restante confecionando sweaters de lã e cachê-cols para os invernos sempre mais rigorosos, fazia as compras de casa, cozinhava e, quando lhe sobrava algum momento de liberdade, visitava uma amigas ou uma vizinha.

Às sete horas, meu pai me levava para a escola, após beijarmos minha mãe com a boca ainda com o cheiro do pão fresquinho, e ele ia abrir sua loja. Mikhaïl chegava pouco depois e Franz um pouco antes das oito e meia. Quando as aulas da manhã acabavam, eu voltava para a casa junto com a vizinha, Rosy.

Ela era uma mulher aparentemente fria e dura, mas ela tinha um coração de ouro e um filho de minha idade, Rémy. Era viúva. Ela se instalou no nosso prédio no meu décimo primeiro ano. Como ela recebia homens regularmente, não demorou muito para ela ganhar uma reputação de mulher pouco recomendável, mas meus pais não costumavam se intrometer na vida dos outros e minha mãe foi uma das raras amigas que a Rosy teve. Feliz por ter essa amiga de confiança, essa última propus me trazer de volta na hora do almoço, já que ela trabalhava a meio tempo numa casa do lado da escola.

Remy não estudava na minha escola, ele estava inscrito numa escola protestante num outro bairro e só voltava a noite, quando sua mãe o buscava. A primeira vez que o encontrei foi quase dez dias após a mudança deles. Rosy tinha acompanhado a instalação enquanto ele ficava na casa de sua avó. Eu estava brincando na porta do apartamento quando ele chegou, naquele sábado de julho. Ele estava vestido de uma bermuda azul e uma camiseta com desenhos vivos e coloridos. Seu boné escondia grande parte do cabelo curto dele, mas nos lados apareciam umas mechas louras. Seus olhos, grandes e arredondados, pareciam duas bolas de gude, azuis e translúcidos. Quando eu o vi, soube que seria meu primeiro namorado. Lancei um “Oi” alegre, completando em seguinte: “Sou Irina”. Surpreso, ele olhou para mim e imediatamente abaixou os olhos e enrubesceu; ele se virou para a porta da nova casa dele, entrou lentamente, e fechou a porta com tanta delicadeza que parecia ser de porcelana. Após alguns instantes - eu já estava meio decepcionada, porem precisava de muito mais para desistir - a porta se reabriu devagar e o rosto dele apareceu novamente, sorrindo timidamente:

- Sou Rémy, ele disse baixinho, não posso sair agora.
- Tudo bem. Outro dia a gente brinca junto, eu respondi. O sorriso dele abriu-se.
- Legal!

E ele fechou a porta.

***
(continua…)

Prólogo (fim)

(continuando)

- Deite, meu doce, eu falei baixinho. Vou te dar uma massagem que você vai adorar.

Com gestos tranquilos e controle perfeito, eu o ajudei a tirar completamente a calça e a cueca boxer, as dobrei, coloquei na cadeira, e comecei a desabotoar a camisa dele; era uma camisa de seda, de um verde escuro com desenhos geométricos em curvas roxas e suaves; o homem tinha bom gosto, bem daqueles clientes que eu gostava porque eu sabia que a conta seria provavelmente arredondada por cima. Ele me olhava com os olhos brilhando. A excitação dele ainda não tinha chegado ao topo, mas eu sabia que não precisaria me esforçar muito para deixá-lo no paraíso dos amantes. Ele começou desabotoar minha blusa também, mas no segundo botão - eu já estava quase acabando - ficou meio sem jeito e de repente puxou violentemente, e alguns botões voaram pelo ar enquanto o barulho caraterístico de um tecido rasgado se fez ouvir, me deixando entre a surpresa e uma vontade de dar um tapa na cara dele, mas num tom de voz que não deixava a menor dúvida e com um sorriso pervertido, ele falou imediatamente:

- Não se preocupe, eu pagarei. Cuide só do meu prazer linda, fique tranquila.

Sorrindo, ainda que levemente desconfiada, eu tirei a camisa dele e coloquei na cadeira também. Sentando ele na cama, eu me ajoelhei na sua frente e minha boca parou no seu seio esquerda que lambei e chupei com os lábios. O sorriso não abandonava o rosto dele.

- Você sabe o que eu gosto né, menina?
- Eu só sei o que tenho vontade de fazer com você, meu lindo.

Eu deitei ele completamente, e voltei a cuidar de seu pau, que parecia me mostrar o teto do quarto; uma gotinha brilhante ficava na cabeça, que eu lambei com a ponta da língua; o esperma dele estava com um gosto suave, levemente azedo e salgado. Eu afundei o membro na minha boca, o apertando entre meu palato e minha língua, e o sugando de leve, enquanto ele tremia de prazer. Eu decidi que eu deixaria ele gozar na minha boca se ele quisesse, no momento oportuno; me lembrei daquele outro cliente que tinha me obrigado a chupá-lo até gozar; seu semen parecia uma mistura de vinagre com mijo, algo realmente horrível, mas nem sempre eu tinha como evitar isso, infelizmente; sem querer, eu fiz uma careta, e me controlando imediatamente virei os olhos para ele: por sorte ele não tinha percebido; era sempre arriscado fazer menção de um outro cliente nesses momentos, e eu não costumava misturar as coisas. Antecipei logo:

- Você é uma delícia, sabia?
- Então comece a massagem aí, bebê
- Mmmh, não, acho tenho muito melhor para você…

Eu peguei o frasco de óleo perfumado na gaveta da mesa de cabiceira. Sempre o deixava lá, para os bons clientes. Se o cliente parecia de segunda categoria, aquele que só quer uma transa rápida e não pagar muito, eu usava um outro, com perfume barato, que eu comprava lá no supermercado e deixava acima da mesa; o engraçado é que o cara raramente percebia que era algo comum, e se extasiava sobre o cheiro maravilhoso que ele tinha, enquanto eu sorria de sua burrice. Mas esse cliente tinha algo de diferente; era a primeira vez, mas eu sentia que teriam outras… E ele era bonito. Merecia. Eu sorri por dentro, e abri o frasco. Um perfume sútil se espalhou pelo quarto, com aromas misturados de madeira, de pimenta e de algo doce. eu cobri a palma da minha mão, e comecei massagear o tórax do rapaz, que se entousiasmou:

- Hey, menina, você tem gosto bom…
- Você gosta?
- Gosto…

Ele fechou os olhos para se abandonar à sensação. Minhas mãos iniciaram uns movimentos circulares ao redor de seus seios, e desceram para se juntar na bariga dele, aplicando uns movimentos do púbis pro alto e voltando pelos lados do corpo. Antes de descer mais e cuidar da perna dele, eu peguei seu pênis novamente na minha boca. Seu gosto me agradava particularmente, e embora eu não devia me envolver com os clientes, eu sentia que minha vagina estava muito afim desse cliente em particular; meu próprio cheiro me subia até o nariz, e me deixava aos poucos mais e mais excitada. Enquanto eu passava minha língua na cabeça de seu pênis, o sugava e o mordia de leve, senti meu prazer escorregando na minha coxa, minha calcinha devia já estar bem encharcada. De novo senti o gosto do esperma dele, e parei antes dele acabar gozando.

- Olhá, meu doce, tenho uma idéia para ficar melhor

Eu ajudei ele a se deitar por completo na cama, e tirei saia e calcinha, que joguei sem delicadeza no chão. Me ajoelhei por cima dele, em direção a seus pés, e abaixando minha buceta no rosto dele, comecei a massagear sua coxa. Ele entendeu imediatamente a sugestão, e começou a lamber meu leitinho, para continuar chupando meu clítoris. Eu estava massageando com uma pressão maior a coxa dele, voltando até a base do pênis, tentando me concentrar nos meus gestos, quando senti uma contração nele, e ele de repente enfiou sua língua em mim. Nessa altura dos eventos, eu senti uma onda subir em mim sem aviso, que me atravessou dos pés até a cabeça e gozei uma primeira vez. Ao sentir meu leitinho sair com abundância e adivinhar que ele estava me bebendo avidamente, uma nova onda de choque me sacudiu. Fechei os olhos… Eu tinha que deixar o prazer descer um pouco.

Eu peguei o pau dele na minha mão, e comecei um vai-e-vem, acelerando aos poucos; eu senti que ele estava se controlando para segurar o prazer, mas mesmo assim o corpo dele ficou mais tenso, e uns tremores faziam ele vibrar de vez em quando. A respiração dele se acelerava e ele começava a gemir baixinho, me dando ainda mais prazer… Uma terceira onda me atravessou tão imprevista que as outras.

- Perai, ele falou de repente. Você não vai me fazer gozar tão rapidinho, minha linda.

Ele levantou da cama e sem eu ter o tempo de entender eu estava no lugar dele, deitada nas costas. Ele ficou de quatro por cima de mim e começou a chupar meus peitos, enquanto me masturbava com sua mão… Eu o olhava com o maior desejo e ele sentiu isso.

- Agora, você é mesmo minha, né bonitinha?
- Sou, eu repliquei.
- E como você queria que eu cuide de você, minha putinha?
- Me pegue…
- Como? Não entendi…
- Me come seu safado, eu quase gritei de desejo.
- Seus desejos são ordens, maîtresse
, ele respondeu.

Ele levantou minha pernas, e segurando-as com o ombro, ele enfiou o pau dele em mim de uma vez, com força. Eu gemi de prazer, surpresa. Segurei a bunda dele, e ampliei o movimento de vai-e-vem em mim que ele tinha começado. O pênis dele parecia aumentar de tamanho a cada instante, e ia bater fundo em mim propagando uma onda de choque a cada batida. Eu fechei os olhos:

- Mais forte, vem meu dono!

Ele acelerou o movimento. Eu sentia minhas forças me abandonar e achava que ele ia gozar logo, quando de repente ele se retirou. Eu tive apenas o tempo de abrir os olhos, que suas mãos fortes me seguraram e ele me colocou de quatro na cama. Segurando minha bunda com uma mão, e passando a outra no meu peito, e entrou em mim novamente, me tirando quase um grito. Parecia que eu estava gozando em continuo agora. Ele acelerou e largou meu peito. Olhando por trás, vi ele chupar seu dedo e aproximá-lo de minha bunda. Enquanto continuava com as estocadas, ele começou a massagear meu cú, provocando umas sensações difusas em mim; eu estava adorando isso. De repente, o dedo dele me penetrou, e senti que ele o mexia dentro de mim.

- Você gosta disso, minha bela?
- Adoro, eu respondi.
- Sera que você queria mais…?
- Queria…

Ele saiu lentamente de minha buceta, e começou passar seu pênis no meu cú, de leve, e então enfiou delicadamente a cabeça de seu pau nele. Senti uma leve dor no início, mas ele ia devagar e a dor sumiu tão rápido como tinha chegado. Pensei que ele tinha experiência disso porque não era tão comum os clientes cuidar das prostituas. Agradeci em silêncio a delicada atenção.

- Todo bem, queridinha? Tá gostando?
- Tô.
- Então…

Ele não acabou sua fráse, e deu uma estocada de uma vez, que quase me fez desmaiar… Era uma mistura de prazer e de dor. Eu não sabia como reagir, estava meio confusa; senti ele sair até a cabeça, e ele enfiou de novo por completo sem aviso. Eu tinha a sensação que eu ia desmaiar em qualquer momento, mas não acontecia, ele parecia saber mais sobre meu corpo e minha resistância que eu própria… Eu fechei os olhos… Sentia o pau dele me encher o cú, e a sensação começou a ficar uma delícia… O pau dele estava tão duro, mas no mesmo tempo ele seguia meus contornos internos e parecia parte de mim… Eu segurei a bunda dele por trás, e ele começou a acelerar o movimento de vai-e-vem… Eu gemia, e parecia que eu estava derretendo de prazer; a mão na minha buceta, comecei a me masturbar, eu estava completamente alagada; acariciava meu clítoris e me penetrava com dois dedos, alternativamente; acho que nunca tinha tido tantos orgasmos em seguinte.

Sentia o ritmo dele acelerar e a respiração dele soava mais difícil, ele parecia tremer enquanto continuava as estocadas em mim. Parecia que todo começava girar na minha volta, e senti o pau dele tão grosso que pensei um momento que ele ia explodir, e nesse momento eu senti um jato sair do pênis dele bem em mim, e gemi sem parar. Eu cai deitada cama, e tive só o tempo de sentir ele cair em cima de mim, quando o silêncio se fez na minha cabeça, seguiu a sensação de voar, e tudo se apagou, de repente…

Prólogo

Ele desceu a calça abaixo dos joelhos. Sua cueca boxer era preta, feita de um tecido elástico que se deformava sob a pressão de seu pênis. Liberado pela ausência da calça, o volume aumentou rapidamente, desenhando um arco sútil no tecido esticado. Ele passou a mão por fora com uma leve pressão, e de repetente a enfiou dentro da cueca de onde ele saiu um pau que parecia feito de um material duro. Não dava para acreditar que possa esconder-se numa roupa uma ferramenta dessas. Ele me olhou de repente

- Me chupa, sua puta. Hoje você é minha e terá que me obedecer. Paguei o suficiente para ter você do jeito que eu quiser e você vai me dar por inteira.

Eu retornei o olhar. Ele era um homem bonito, um corpo atlético, músculos nos lugares certos, o cabelo arrepiado. Mas o que mais chama atenção nele eram os olhos e a boca. Se por um lado, seus olhos verdes deixavam uma sensação indescritível, um ar misterioso e indecifrável, por outro lado a boca dele estava a isca que atraíria qualquer moça gulosa, avida por transar. A voz que saía dessa boca parecia sair de um conto de fadas, um voz grave com algum sotaque indefinissável, talvez do leste européu… Eu me aproximei dele.

Quando minha mão tocou o pênis, eu senti um calor atravessar meu corpo inteiro, como se esse membro tivesse um fogo interno irradiando à sua volta. O pênis daquele que seria meu dono por essa noite tinha uma pele visivelmente suave e lisa, e parecia “pronto para servir”, já decalotado. Sua cabeça brilhava de desejo e me atravessou a mente o pensamento súbito de que talvez esse rapaz gozaria fácilmente e que eu teria que ir devagar para não estragar seu prazer. As efluves do perfume carnal do rapaz subiu no meu nariz e me deixou meio tonta. Eu semprei tinha esse costume, desde a primeira vez que coloquei o pau de um homem na minha boca, de inhalar fundo assim que o orgão se aproximava de meu rosto, e eu mentalmente comparava os cheiros sensuais entre um e outro. Depois disso vinha o contato físico com o pênis. Meus lábios se fecharam de leve na ponta, me deixando com um gostinho levemente ácido e a sensação de uma pele levemente granulosa.Com a língua, sem mexer os lábios, eu estudei a forma da cabeça, fazendo um círculo nela. O gosto do membro de meu homem da noite estava sútil e agradável e levantei o olhar para vê-lo fechando os olhos - É isso, menina, parece que você sabe fazer. Quero o melhor boquete que você já fez. Para começar…

A voz dele me deixava num estado segundo. Eu fechei os olhos, e iniciando um movimento circular na cabeça do pau dele imaginei se esse rapaz ia me comer também fazendo uns círculos na minha vagina… O movimento pareceu lhe agradar, porque de repente ele agarrou meu cabelo e o cheiro do sexo aumentou. Eu apertei abaixo da cabeça com meus lábios, o deixando com um suspiro de prazer, e comecei a lamber a cabeça em várias direções, em círculos, até a extremidade, eu brincava com minha língua com o maior prazer e o prazer parecia muito bem compartilhado. De repente, eu o enfiei o mais fundo que podia na minha garganta, o apertei o maior forte possível com os lábios e deixei ele sair bem devegar. Ele quase deu um grito - Puta que pariu! Que delícia! - Eu recomecei várias vezes até sentir que ele não ia agüentar muito mais. A mão dele segurava meu cabelo com mais e mais força, me impondo um movimento que ia acelerando, e eu comecia ter algumas dificuldades para chupar ele do meu jeito. - Chhht - eu fiz com um piscar de olho. Ele relaxou um pouco meu cabelo.

Como eu não quis fazer ele gozar agora, eu me levantei, e aproximei meu rosto do dele. Coloquei meu dedo indicador na minha boca, chupando o levemente, e o passei nos lábios dele. Seus lábios eram muito bem desenhados, e não resisti à tentação de por os meus nos dele. Sempre tenho medo da boca de hálito ruim que aparece de vez em quando, estragando boa parte do prazer, embora meu prazer não seja o principal objetivo nesse negócio; só que não tendo o próprio prazer, sempre percebia que eu não me dava tanto como poderia, e os clientes sentiam isso também. Por sorte o homem tinha uma boca gostosa, e minha língua não fez a menor dificuldade para aprontar na boca dele. A saliva dele era doce e fiquei me deliciando bebendo-a enquanto ele passava a língua na minha boca… Ele segurou minha cabeça e pressionou nossos rostos um contra o outro. Eu sentia o pau dele batendo entre minhas pernas…

(continua…)